janeiro a 360

Bem-vindos à loucura dos novos anos 20.

E tudo indica, que tal como no século passado, estes novos anos 20 também serão marcantes, mas 2020 requer cautela.

Não apenas pela mais recente crise, Irão e Estados Unidos (ou Irão/EUA), mas pelo já conhecido Brexit, também pela crise económica, podemos chamá-la assim, na locomotiva da Europa, na Alemanha.

Tudo isto são situações que nos devem fazer ponderar as acções a tomar.

Vimos de um Governo com uma solução geringonça, para um novo Governo com a solução rodinhas na bicicleta.

Quanto nos custarão estas rodinhas, quanto nos custarão os apoios necessários.

Nas redes sociais surgem vozes, algumas até improváveis, que nos vem alertar para dimensões importantes.

A inclusão, a diversidade e a sustentabilidade, são temas que têm que definitivamente que entrar na nossa agenda, terão impacto na economia através do consumo mas também decididamente no mundo do trabalho.

Tecnologia é cada vez mais uma commodity, coisas que pareciam ficção científica até há bem pouco tempo, que só víamos nos filmes, invadiram o nosso dia a dia.

E o desenvolvimento tecnológico fará com que seja cada vez mais assim.

Robôs, inteligência artificial, são temas com os quais nos cruzamos todos os dias.

Mas onde estão os limites? Onde fica a ética? O que temos que fazer para garantir que existe um verdadeiro equilíbrio entre o humano e a tecnologia.

Este é um tema que temos que endereçar as pessoas, as instituições, e desde logo dentro das empresas.

E nós, o que podemos nós individualmente fazer?

Desde logo parar de nos lamentarmos. Encarar que a mudança, a transformação até, faz parte da nossa vida, faz parte dos dias de hoje.

Parar com as lamentações, olhar para o futuro como se ele dependesse de nós, olhar para o passado com o orgulho do trabalho que foi feito.

Aceitar que a transformação faz parte das nossas vidas, tornarmo-nos
indispensáveis, tornarmo-nos verdadeiramente relevantes.

É esse o nosso papel, e mais, é essa a nossa obrigação. Se o fizermos, não tenho dúvidas, que os próximos anos 20 poderão ser de novo, e neste caso, uma boa loucura.