A Randstad Portugal lançou diversas iniciativas para apoiar as empresas e acelerar a retoma da normalidade depois da crise da COVID-19.

Identificar as pessoas certas antes de serem precisas, disponibilizar acompanhamento gratuito aos gestores de pessoas e o esforço conjunto do sector para um regresso à normalidade (possível) foram as apostas:

1. Identificar perfis críticos em tempos de crise

O objectivo é identificar os perfis críticos das empresas ainda antes de estes serem necessários. Actualmente, qualquer trabalhador pode, repentinamente, ficar privado de trabalhar, seja por estar contaminado, em quarentena, assistência à família ou até de luto.
Esta incerteza, num cenário em que as empresas lutam pela sua sobrevivência, precisa de ter garantias; garantia de que um perfil validado está pronto para essa integração e substituição temporária, assegurando que o negócio não pára. Assim, a empresa de recrutamento está a recolher a informação necessária para fazer essa validação, na esperança de que não seja necessário activar este mecanismo. Inês Veloso, directora de Marketing e Comunicação da Randstad Portugal, destaca:

«Queremos garantir que os negócios não páram por falta de pessoas e que têm os perfis adequados. Esta é e sempre foi a nossa missão e por isso, sem qualquer compromisso de utilização ou custos queremos desde já identificar essas pessoas. As empresas podem nunca precisar, mas em caso
de urgência vamos conseguir responder de imediato.»

2. Randstad Buzz – acompanhar gestores de pessoas por whatsApp

Os gestores de pessoas, sejam ou não de recursos humanos, têm um papel fundamental na retoma. E dimensões ligadas ao talento, workplace, desenvolvimento individual e de equipas vão ser críticas para acelerar a retoma.
Para responder a este desafio, a equipa de consultores especializados da Randstad desenvolveu um conjunto de áudios que acompanham estes profissionais via whatsApp, assegurando um acompanhamento personalizado e gratuito, com a perspectiva de especialistas em pessoas.


«Este é um modelo novo, em que criamos um canal de partilha e outro de interacção com os profissionais», explica Inês Veloso. «Além dos temas principais, temos ainda áudios do que a Randstad recomenda. O que vai ser o novo normal? Como garantir a energia das equipas e o seu acompanhamento? Em momentos curtos, pouco intrusivos, mas juntos, vamos oferecer gratuitamente a nossa experiência e visão para que consigamos mesmo acelerar esta retoma.»

3. Aliança para o regresso ao trabalho em segurança

Numa crise sem precedentes exige-se colaboração, para que se consiga minimizar o impacto da mesma, não apenas no combate, mas também neste momento em que se prepara a retoma e em que se quer garantir a segurança das pessoas no regresso ao trabalho.
E porque este é também um dos objectivos da Randstad, a empresa juntou os seus dois principais concorrentes, Adecco e Manpower, para elaborar um documento de posicionamento.
Este documento identifica países e sectores onde estão a ser aplicadas medidas para garantir a segurança dos trabalhadores no regresso ao trabalho. Essas medidas serão acompanhadas e avaliadas por estas empresas de recursos humanos, que vão partilhar entre si as melhores práticas de protocolos de saúde e segurança no trabalho, especialmente em actividades onde o teletrabalho não é possível.
Os sectores abrangidos nesta medida são: transportes e logística; automóvel; indústria; ciências da vida; construção; alimentação. E, nesta primeira fase, os países em análise são: 

  • Espanha, Alemanha, Bélgica e Países Baixos – liderado pela Randstad
  • Itália, França e Reino Unido – liderado pela Adecco
  • Países Nórdicos, Japão e Estados Unidos – liderado pela Manpower

O objectivo é que estas medidas possam ser escaladas rapidamente para outras indústrias e países.
Seguindo este compromisso global, a Randstad Portugal quer também «contribuir para o momento decisivo de regresso à normalidade no nosso país. Assumindo um papel activo na partilha do conhecimento, que vai ser adquirido, e reforçando a sua disponibilidade para colaborar com o governo, entidades públicas, sindicatos, entidades patronais, associações e empresas, de forma a garantir que, em conjunto e também em aliança, são tomadas medidas concretas.
«Mais eficaz do que legislar e fiscalizar, é estarmos juntos nesta preparação, assumindo não apenas compromissos, mas também acções concretas, porque a vida humana é o bem mais importante da economia e precisa de trabalho para a sua própria felicidade», afirma José Miguel Leonardo, CEO da Randstad Portugal.