Delta Cafés é a empresa mais atrativa para trabalhar de acordo com o Randstad Employer Brand Research 2021

 

Em ano de pandemia, cerca de metade dos portugueses sem receio de perder emprego

 

  • 48% dos portugueses sem receio de perder o emprego este ano, mas 1 em cada 3 sente alguma preocupação sobre manter o seu emprego em 2022;

 

  • 9% dos portugueses mudaram de empregador nos últimos seis meses, sendo que destes apenas 13% indicaram que tinham sido impactados pela pandemia no seu trabalho anterior;

 

  • Delta Cafés eleita a empresa mais atrativa para trabalhar destacando-se em critérios como a saúde financeira, muito boa reputação e estabilidade profissional;

 

  • Microsoft é a primeira empresa em Portugal a integrar o quadro de honra do Employer Brand por ter ter sido reconhecida em primeiro lugar no estudo durante três anos;

 

  • o sector das tecnologias de informação passa a ser o mais atrativo para trabalhar de acordo com a opinião dos portugueses;

 

  • a Covid19 aumentou o sentimento de lealdade dos portugueses para com as empresas, principalmente das que colocaram os colaboradores em trabalho remoto;

 

  • a conciliação profissional continua como principal critério na decisão de emprego para os portugueses, um valor acima da média europeia.

 

 

Lisboa, 05 de maio, 2021 – Foram hoje apresentados os resultados do Randstad Employer Brand Research (REBR) 2021, o maior estudo independente de employer branding realizado pela Kantar, que analisa anualmente as principais tendências do mercado de trabalho e dá a conhecer as empresas e sectores mais atrativos para trabalhar em 34 países, incluindo Portugal.

 

Este ano os resultados do estudo refletem já a perceção dos portugueses num contexto de pandemia, permitindo identificar quais as principais mudanças no mundo do trabalho e as tendências que vão marcar o futuro. Das várias conclusões, a mais inesperada mostra que num ano especialmente desafiante perto de metade (48%) dos portugueses não tem medo de perder o seu emprego em 2021.

 

Apesar deste sentimento mais otimista, 1 em cada 3 indivíduos sente um certo grau de preocupação quando se trata de poderem manter o seu emprego no próximo ano. As mulheres (33%) estão mais preocupadas do que os homens (27%), o que está de acordo com o facto de, no ano passado, terem já visto a sua situação de emprego mudar com mais frequência do que os homens. O mesmo se aplica a 39% dos trabalhadores menos qualificados que estão mais preocupados em perder o seu emprego.

 

Minoria prefere trabalho remoto

Cerca de 2 em cada 5 trabalhadores portugueses são atraídos pela possibilidade de trabalhar remotamente. As mulheres, os trabalhadores mais qualificados e os grupos etários mais velhos (55 anos ou mais) são os que se mostram mais inclinados para este modelo de trabalho. Apenas 2% dos colaboradores que podem trabalhar a partir de casa não estão autorizados a fazê-lo pelo seu empregador. Além disso, para 26% dos trabalhadores, os empregos estão vinculados às instalações, o que torna impossível trabalhar a partir de casa ou de outro lugar.

Sobre a influência da pandemia na adoção do trabalho remoto, cerca de metade (52%) afirma que passou a trabalhar em casa. Os colaboradores mais qualificados foram os mais propensos a trabalhar mais horas do que o habitual (11%), muito embora a maioria considere que trabalha o mesmo.

 

Portugueses mais leais aos empregadores

A forma como as organizações têm apoiado os seus funcionários e lidaram com a pandemia teve um impacto positivo na lealdade entre os trabalhadores portugueses. Pelo menos 60% dos trabalhadores sente agora que são mais leais em oposição a 5% que se sentem o contrário

 

Salário continua a ser o mais importante na hora de escolher a empresa para a qual se vai trabalhar

Em 2021, e com a possibilidade de escolherem várias opções, os portugueses consideram que o ‘salário e benefícios atrativos’ (71%) continua a ser o mais importante na hora de escolher um empregador. A única exceção é na geração dos 55 aos 64 anos onde a estabilidade profissional é mais valorizada (72%). A nível nacional, o ‘equilíbrio trabalho-vida pessoal’ (66%) e estabilidade profissional’ (66%) ocupam o segundo lugar ex aequo seguidos do ‘ambiente de trabalho agradável’ (65%) e da ‘progressão de carreira’ (64%).

 

De acordo com o REBR 2021, 9% dos colaboradores portugueses mudaram de empregador nos últimos 6 meses (mais ainda entre as mulheres e os trabalhadores mais jovens). Além disso, 20% pretendem mudar de empregador nos próximos 6 meses. Os canais mais utilizados por quem pretende mudar de emprego são as ligações pessoais (38%) e os portais de emprego (34%).

 

Género, qualificações e gerações valorizam diferentes critérios

A diversidade e inclusão está em 13º lugar nos critérios mais valorizados pelos portugueses. Um número que é mais representativo por causa das mulheres (43% face aos 34% dos homens). Mas este não é o único critério que as mulheres valorizam mais do que os homens: conciliação entre a vida pessoal e profissional (70% vs 63%), bom ambiente de trabalho (69% vs 61%) e covid-19 segurança no trabalho (53% vs 45%) são os critérios onde existem maiores diferenças. Em sentido contrário, a saúde financeira, a utilização de tecnologias recentes e a boa reputação são fatores mais valorizados pelos homens.

 

As gerações também têm diferentes opiniões. A conciliação entre a vida pessoal e profissional ganha destaque na geração millenial e X, enquanto os Z valorizam o ambiente de trabalho e a progressão de carreira. Na relação com tecnologias recentes é interessante verificar que são os baby boomers que mais valorizam este critério, enquanto que as gerações nativas digitais não dão tanta importância a este critério. 

 

Em termos de qualificações é interessante verificar que a estabilidade profissional preocupa quem tem mais qualificações, os mesmo que valorizam a progressão de carreira, a possibilidade de trabalhar remoto e a conciliação entre a vida pessoal e profissional. As pessoas com menores qualificações destacam os salários e a estabilidade profissional.

 

Top 20 das empresas mais atrativas para trabalhar

 

Delta é a empresa mais atrativa para trabalhar em 2021

A Delta Cafés ficou no primeiro lugar do top 20 de empregadores de 2021. Uma subida de 5 posições face aos resultados de 2020.

“Os resultados deste ano já refletem o impacto da pandemia na percepção dos portugueses, dando destaque a marcas que se mostraram muito ativas e próximas dos seus colaboradores, como é o caso da Delta Cafés. No mesmo sentido e apesar do impacto da pandemia em sectores como o turismo e aviação vemos algumas destas marcas “sobreviver” a este embate pela forma como geriram a crise", afirma José Miguel Leonardo, CEO da Randstad Portugal.”O employer brand mostra neste estudo que não está de quarentena e reforça a sua importância na atração e retenção de talento”.

“É com grande satisfação que vemos a Delta Cafés ser reconhecida como a empresa mais atrativa para trabalhar, de acordo com o Randstad Employer Brand Research 2021. Num ano tão desafiante como foi o de 2020, e que continua em 2021, o bem-estar e a segurança de quem trabalha connosco tem sido a nossa maior preocupação. Vemos que as estratégias implementadas não só deram resultados mas que também são reconhecidas pela maioria dos portugueses, o que nos deixa muito orgulhosos e com um uma sensação de dever cumprido”, afirma XXX, Delta Cafés.

 

A lista completa do top-20 das empresas mais atrativas para trabalhar é a seguinte:

1.   Delta Cafés

2.   ANA - Aeroportos de Portugal

3.   PWC

4.   OGMA - indústria aeronáutica de Portugal

5.   RTP - Rádio e Televisão de Portugal

6.   Ikea Portugal

7.   Banco de Portugal

8.   Nestlé

9.   Nokia

10. Farfetch

11.  Deloitte

12.  Volkswagen Group Services

13.   Corticeira Amorim

14.   Fujitsu Technology Solutions

15.     Siemens

16.    TAP - Transportes Aéreos Portugueses

17.     The Navigator Company

18.      Bosch

19.      Critical Software

20.      EDP


 

Quais os sectores e as empresas mais atrativas para trabalhar?

Os sectores mais atrativos para trabalhar em Portugal são IT e consultoria, saúde e turismo, acomodação e lazer. Em relação às empresas mais atrativas para trabalhar por sector, os resultados foram os seguintes:

 

setor automóvel

1- Grupo Salvador Caetano

2 - Volkswagen autoeuropa

3 - Peugeot Citröen

 

setor aviação

1 ANA - Aeroportos de Portugal

2 OGMA - indústria aeronáutica de Portugal

3 TAP - Transportes Aéreos Portugueses

setor da banca

1 - Banco de Portugal

2 - Caixa Geral de Depósitos

3 - Santander

setor construção

1 - Afavias - engenharia e construções

2 - Conduril - Engenharia

3 - Casais - engenharia e construção

setor consultoria

1 - PWC

2 - Deloitte

3 - Fujitsu Technology Solutions

setor distribuição

1 - Lidl

2 - Jerónimo Martins

3 - Modelo Continente

setor da energia

1 - EDP

2 - EFACEC

3 - Galp

setor FMCG e indústria alimentar

1 - Delta Cafés

2 - Nestlé

3 - Sumol+Compal

setor da indústria

1 - Corticeira Amorim 

2 - The Navigator Company

3 - Bosch

setor da indústria têxtil e do calçado

 

1 - Grupo MoreTextile (Home concept)

2 - Gabor Portugal - indústria de calçado

3 - Ecco

setor de media

1 - RTP - Rádio e Televisão de Portugal

2 - Media Capital 

3 - Cofina

setor de restaurantes e catering

1 - Grupo Trivalor

2 - Uniself - sociedade de restaurantes

3 - Grupo Ibersol

setor do retalho

1 - Ikea Portugal 

2 - Fnac

3 - Decathlon

setor da saúde

1 - Nephrocare 

2 - Hospital da Luz 

3 - Hovione

setor dos serviços

1 - Volkswagen Group Services

2 - Grupo BenSaude

3 - Sonae

setor dos seguros

1 - Tranquilidade

2 - Fidelidade - companhia de seguros

3 - Generali

setor de tecnologias de informação

1 - Nokia

2 - Farfetch

3 - Siemens

setor de telecomunicações

1 - Vodafone

2 - MEO

3 - NOS

setor dos transportes

1 - Patinter - Portuguesa de automóveis transportadores

2 - DHL

3 - Luís Simões

setor do turismo, acomodação e lazer

1 - Pestana Hotel Group

2 - Hotéis Real

3 - Vila Galé

 

Microsoft é a primeira a entrar no hall of fame do REBR

A Microsoft é a primeira empresa a fazer parte do hall of fame do Randstad Employer Brand Research Portugal. O facto de ter sido vencedora do estudo vários anos, leva a que seja reconhecida como uma melhor prática, assumindo um lugar de destaque e de caso de estudo de employer brand. “ O employer brand é uma estratégia a médio e longo prazo, uma empresa que é distinguida em primeiro lugar três vezes revela que tem no seu ADN uma proposta de valor e os colaboradores como centro de decisão. Queremos assim dar os parabéns à Microsoft por esta distinção e esperamos que mais empresas se possam juntar a este reconhecimento no futuro” afirma Inês Veloso, diretora de marketing e comunicação da Randstad Portugal.

 

maio - o mês do employer brand

No mês em que se assinala o Dia do Trabalhador, a Randstad vai avançar com um conjunto de iniciativas relacionadas com o tema do employer brand.

A ação além de dar a conhecer os resultados do Randstad Employer Brand Research (REBR) 2021, coloca em palco os verdadeiros protagonistas do employer brand por sector (detalhe em na agenda em anexo ou no link www.randstad.pt/employer-branding/).

 

Reconhecendo que são grandes as mudanças no mundo do trabalho, o mês de maio vai ter mesas redondas por sector de atividade, com transmissões diárias e com a presença dos principais protagonistas, conversas sobre employer brand conduzidas pelo apresentador Bento Rodrigues. No total, estarão representadas 39 empresas de 17 setores diferentes.

 

Em destaque ainda no mês de maio, mais propriamente no arranque da iniciativa, dia 3, José Miguel Leonardo, CEO da Randstad Portugal, fará uma análise transversal à gestão de pessoas e às principais tendências do mundo do trabalho, como também uma abordagem a temas como a flexibilidade, se Portugal continua a ser ou não um país atrativo para empresas e para trabalhar, entre outros temas.

 

Dia 5, a Microsoft, a primeira empresa a entrar para o quadro de honra do Employer Brand estará em destaque e dará a conhecer as suas práticas.