O que é que faz com que uma empresa seja, verdadeiramente, um bom lugar para trabalhar? Será o salário, o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, ou a existência de um propósito claro? Numa altura em que o talento é cada vez mais escasso e exigente, as organizações já não competem apenas por clientes; competem, acima de tudo, por pessoas.
No quinto episódio de O Lado R do Trabalho, o podcast da Randstad em parceria com a Renascença, o debate centra-se nos fatores que guiam as escolhas dos profissionais em Portugal. A conversa parte dos dados do estudo Randstad Employer Brand Research 2026 e conta com a participação de Isabel Roseiro (diretora de marketing da Randstad Portugal) e de Ana Rita Lopes (diretora de pessoas, cultura e conhecimento da Delta Cafés – Grupo Nabeiro).
Assista ao episódio completo aqui:
o que realmente atrai o talento hoje?
Durante muito tempo, o pacote salarial era o critério quase exclusivo para mudar de emprego ou permanecer numa organização. Embora a remuneração continue a ter um peso central, o cenário atual mostra uma evolução clara. O episódio analisa como as expectativas se fragmentaram, revelando que os profissionais procuram uma experiência de trabalho completa e integrada.
A discussão destaca as principais conclusões do estudo de atratividade da Randstad, sublinhando:
- o desfasamento de perceções: a diferença entre aquilo que as empresas acreditam que oferecem e o que os trabalhadores realmente valorizam no dia a dia.
- as fraturas geracionais: de que forma os profissionais mais jovens e os mais experientes priorizam benefícios diferentes, desde o plano de carreira à flexibilidade horária.
- a importância do propósito: a necessidade crescente de o trabalhador se identificar com a cultura e com os valores éticos da organização.
a realidade no terreno: o caso da Delta Cafés
Como é que se constrói e mantém uma reputação de excelência capaz de atrair as pessoas de forma orgânica? Ana Rita Lopes traz a perspetiva prática da Delta Cafés, empresa distinguida como a empresa mais atrativa para trabalhar em Portugal em 2026.
O debate aborda o employer branding não como uma campanha de marketing isolada, mas sim como uma consequência direta da cultura interna das empresas.
o futuro do emprego e a inversão do poder
O conceito tradicional de um "emprego para a vida", tão comum nas gerações anteriores, deu lugar a uma força de trabalho mais livre, informada e disposta a escolher onde quer deixar a sua marca. Esta mudança obriga as empresas a uma adaptação rápida e transparente, gerando uma tensão saudável entre as necessidades de produtividade do negócio e o bem-estar dos colaboradores.
Ignorar estes sinais do mercado acarreta riscos reais, que vão desde a perda direta de competitividade até à dificuldade em reter as competências estratégicas para o futuro.
"O Lado R do Trabalho": um podcast para decisores
Este projeto nasce para ser uma bússola no mercado laboral. Através da visão de especialistas da Randstad e convidados de referência, transformamos dados complexos em estratégias práticas para gestores de pessoas e profissionais que querem liderar a sua carreira.
Onde acompanhar a série
Além de assistir ao vídeo acima, pode acompanhar "O Lado R do Trabalho" em formato áudio em todas as plataformas de streaming (como o spotify) e no site da Renascença. O objetivo é garantir que tem acesso a estes insights onde quer que esteja.
consulte o estudo e marque uma reunião.
Aceda aqui ao estudo Randstad Employer Brand Research 2026 e fique a conhecer as empresas mais atrativas e os fatores mais valorizados pelos profissionais neste ano.
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