talento gera competitividade

1. Alinhar as políticas e as práticas de gestão das pessoas com as preocupações e orientações estratégicas das organizações;

2. Dinamizar políticas e práticas de gestão que permitam dotar, desenvolver e reter os talentos de valor acrescentado para as organizações;

3. Promover plataformas de intervenção nas organizações susceptíveis de promover o " upgrade" das competências e das "mindsets" dos colaboradores e, sobretudo, daqueles- que têm maior responsabilidade na liderança de equipas;

4. Preparar a "realidade digital";

5. Suscitar programas de intervenção que contribuam para criar nas organizações ambientes de trabalho saudáveis e potenciadores da vivência de estados subjectivos positivos;

6. Criar sistemas de "analytics" em gestão das pessoas, que permitam medir as efectivas contribuições dos programas de gestão das pessoas para a eficácia e a sustentabilidade das organizações;

7. Contribuir para plataformas de intervenção inteligentes e pragmáticas para gerar, nas organizações, círculos virtuosos entre os objectivos das pessoas e os desígnios das organizações, de modo que o futuro possa ser inundado por paisagens organizacionais em que as pessoas possam ser profissionais cada vez mais eficazes e, complementarmente, pessoas realmente mais felizes.  

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