dinheiro: factor principal para mudar de emprego

Embora mais de metade dos funcionários (56%) afirme que tem o emprego perfeito, 61% diz igualmente que o seu emprego é apenas um meio de subsistência e nada mais, de acordo com as mais recentes descobertas do inquérito Randstad Workmonitor, realizado em 33 países.

De um modo global, 75% daqueles que responderam ao inquérito mudaria de emprego se pudesse ganhar mais dinheiro noutro local; 69% mudaria de emprego para melhorar as suas oportunidades de desenvolvimento profissional e 59% faria uma troca se pudesse encontrar um emprego que melhor encaixasse na sua formação – mesmo quando 71% tem neste momento um emprego que encaixa no seu percurso educacional.


Em todas as três razões para mudar de emprego, a América Latina regista o maior resultado, e em particular o México. Os funcionários na Europa Norte-Ocidental e os funcionários mais velhos por todo o mundo são mais fiéis ao seu empregador e menos propensos a mudar de emprego por mais dinheiro, melhores oportunidades de desenvolvimento profissional ou um melhor encaixe com o perfil educacional.


O meu primeiro emprego determina o resto do meu percurso profissional?

Não necessariamente, dizem 56% globalmente. Mas na Turquia, China e Índia, 74% a 82% dos funcionários afirmam que o primeiro emprego tem um forte impacto no resto do seu percurso profissional. Igualmente interessante é o facto de, quando perguntamos se os funcionários aterraram no seu primeiro emprego por coincidência, a Índia (71%) e a China (63%) juntamente com Hong Kong (65%) registam um resultado muito superior ao da média global, que é de 47%.

Isto implica que os funcionários que fazem uma escolha consciente no seu primeiro emprego sentem-se mais confiantes em tomar as rédeas do seu percurso profissional do que os funcionários que entraram no mercado de trabalho sem terem dedicado muito tempo a pensar em futuras mudanças de área profissional. Ainda assim, a maior parte acredita, também nestes países, que é possível mudar de emprego a qualquer momento da vida profissional. Os funcionários mais velhos (48% com 55+) e os funcionários Japoneses (44%) registam um resultado abaixo da média mundial (58%).

72% dos funcionários de todo o mundo vê o trabalho temporário como um trampolim para o trabalho permanente, com a Dinamarca (84%), China (83%) e Brasil (82%) no topo. De um modo geral, a maior parte dos funcionários usaria uma empresa de recrutamento para encontrar um novo emprego caso estivessem desempregados (média global 69%).

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