<p><span>A
maioria dos decisores sobre aquisição de talentos estão familiarizados com a
promessa da força de trabalho integrada. Ao longo dos anos, mais frequentemente
do que não, o departamento de compras teve a última palavra sobre as decisões
de aquisição relativas a eventuais empregados e empreiteiros, e os RH detêm a
atracção e a contratação de empregados tradicionais. É uma abordagem fragmentada,
na qual muitas vezes a mão esquerda não sabe o que a mão direita faz.</span><span> </span></p>

<p><span>
conhecemos a promessa</span></p>
<p><span>É onde a promessa da estratégia da força de
trabalho integrada entra. Colocando o departamento de compras e de RH na mesma
página e colocando o compromisso da força de trabalho variável e a contratação
tradicional sob um guarda-chuva, uma empresa pode dar um passo em frente
relativamente à concorrência retendo as pessoas de que necessita para
permanecer à frente no mercado. Uma estratégia de força de trabalho integrada proporciona
uma enorme oportunidade para melhoria em termos de visibilidade, do controlo de
custos, da qualidade de talentos, da marca da entidade empregadora (</span><span>employer branding)</span><span> e, em última análise, do desempenho e produtividade geral
da empresa.</span></p>

<p><span>
conhecemos os obstáculos</span></p>
<p><span>Com base na minha experiência, em especial no
mundo do MSP e na gestão da força de trabalho dos contratantes, descobri que
quase todos os cliente e colegas concordariam que uma abordagem de força de
trabalho integrada iria proporcionar uma grande vantagem para os negócios.
Infelizmente, a promessa permanece por implementar em muitas organizações,
porque o grande problema reside nos detalhes.</span><span><br><br></span><span>Como unir as diferentes estruturas de reporte dos
departamentos de RH e compras, os objectivos de cada um e as suas relações independentes
para a contratação de gestores? Como conjugar os diferentes sistemas utilizados
para monitorizar os processos? Como obter tempo para colocar os departamentos
de RH e compras na mesma sala, repetidamente, para discutir um processo de colaboração?
Como incentivar a criatividade de todas as partes envolvidas quando as políticas
e procedimentos corporativos estão em vigor para manter o status quo? Os
detalhes parecem aparecer em todos os locais por todo o mundo da gestão da
força de trabalho.</span><span> </span></p>

<p><span>
eliminar os obstáculos, uma vitória de cada vez<br><br></span><span>Apesar dos obstáculos, negócios soa negócios, e
se houver valor para obter e uma vantagem competitiva para ser alcançada, a
abordagem da força de trabalho integrada irá, eventualmente, ganhar força.
Então, a questão permanece: como irão as empresas finalmente começar a
aproximar-se de uma estratégia holística? A resposta já se começou a revelar.</span><span><br><br></span><span>Vários compradores está a utilizar conceitos que
integram RPO, serviços de pagamento (empresas de pagamentos) e MSP, estabelecendo
“balcões únicos” para lidar com todas estas necessidades de talento. Muitas
outras organizações estão a explorar a ideia. Desde pequenas a médias organizações
e departamentos dentro de grandes empresas são normalmente aqueles que os
adoptam primeiro. A estratégia de força de trabalho integrada pode não estar totalmente
amadurecida. Pode faltar uma estrutura governativa formal mas possui uma
estrutura de reporte comum (ou vice-versa). Por outras palavras, adoptar uma
solução de força de trabalho integrada em toda a empresa é ainda um conceito
novo e intimidante para muitos; em vez disso, sentem-se mais confortáveis passando
o conceito para departamentos ou funções específicas.</span><span><br><br></span><span>É por esse motivo que um tipo de pensamento
diferente pode ajudar as empresas a alcançar a força de trabalho integrada. Os
problemas que se apresentam pelo caminho não são problemas da força de
trabalho. Na verdade, são problemas de implementação, de gestão de alterações e
de adopção.</span><span><br><br></span><span>Olhando para a oportunidade por este prisma, a
força de trabalho integrada já não constitui um caminho pioneiro. Já vimos muitas
organizações dominar os desafios da implementação. Enfrentaram a necessidade de
uma abordagem gradual que estabelecesse vitórias numa organização de cada vez,
ou uma implementação tipo “big-bang” que coordena recursos simultaneamente em
toda a empresa.</span><span><br><br></span><span>Vimos clientes implementarem com êxito um MSP
para um “novo” ambiente ao longo de uma estrutura global complexa. Em 2010, um fornecedor
de soluções de TI global fez precisamente isso. Ajudámos a realinhar os grupos
de compras do cliente em várias regiões para reportarem a um único elemento e
se tornarem uma equipa. Ajudámos a construir a proposta de valor para
estabelecer a colaboração entre os departamentos de RH e de compras em vários
países para desenvolver uma solução MSP e de pagamentos em países onde não
existia. Isto levou ao sucesso inicial em alguns países, seguido de melhorias
contínuas desses programas o que resultou na implementação e adopção por outros
países. Actualmente, a expansão para novos países continua e o compromisso em
curso dos RH e de outras partes interessadas nas compras permite a adopção de
serviços que permitam alcançar maior valor para todos os envolvidos.</span><span>     </span></p>

<p><span>
sucesso prático: uma abordagem gradual</span></p>
<p><span>Pode uma abordagem de força de trabalho
integrada ser implementada de forma semelhante? Do meu ponto de vista,
trabalhando com empresas que já iniciaram este processo, a resposta é
claramente “Sim”. No entanto, existem limitações. Se as empresas envolverem
simplesmente o mesmo prestador de serviços de RPO e MSP para abordar as
eventuais e tradicionais necessidades de talento sem o compromisso das partes
internas interessadas para integrar reportes, tecnologia, processos e
governação, os benefícios serão limitados. Se as empresas assumirem o
compromisso, mas não incentivarem conscientemente a integração da comunidade de
fornecedores da força de trabalho eventual, podem acabar apenas com metade da
estratégia. Por outras palavras, uma clara demonstração da integração e dos
benefícios resultantes é essencial para uma vitória antecipada.</span><span><br><br></span><span>Faseando as suas estratégias, mais empresas irão
começar a decifrar o código para a abordagem da força de trabalho integrada. Uma
vez que as fronteiras entre os empregados temporários, tradicionais e contratantes
continuam a diluir-se no mercado de talentos, é um código que vale a pena decifrar
já.</span><span><br><br></span><em><span>Este artigo foi apresentado originalmente na</span><span> <a href="http://www.randstadsourceright.com/"; target="_blank">www.randstadsourceright.com.</a&gt; </span></em><span><br><!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br><!--[endif]--></span></p>